Testemunhos
GENTE EXTRAORDINÁRIA QUE DIZ O QUE SENTE

Aquela gargalhada de quem delira com o inesperado nunca me saiu da memória…

A gargalhada do Paulo – quando assiste ao nosso virar o boneco, à nossa passagem criativa para outra banda, para uma dimensão livre de amarras, entregue ao espontâneo e obra dos outros que emergem em nós -, é  não só a confirmação que nesse momento acrescentámos valor à nossa existência, como é também verdadeiramente impossível de esquecer.

Andreia Santos, C.M. Palmela


O Paulo é um singular plural. O Paulo é muitos sendo o Paulo.

O Paulo é Poeta. O Paulo é diseur.

O Paulo é palavras. O Paulo é sorriso no olhar.

O Paulo é gargalhada aberta. O Paulo é caracóis no cabelo.

O Paulo é cada um de nós. O Paulo é o abraço.

O Paulo é pisar o palco e ficar grande.

O Paulo é voz. O Paulo é silêncio…si…lên…cio…oooo.

No palimpsesto que é este e todos os textos, encontro O’Neill, Almada Negreiros, Mário- Henrique Leiria e fico feliz porque o Paulo é a POESIA em todas as vozes.

Cristina Marques, Escola Oliveira Júnior

Se virem anunciado um espectáculo de poesia com o Paulo Condessa, ou dirigido por ele, mesmo que os participantes não sejam profissionais, não hesitem, vão. Estão assegurados a qualidade dos textos, o sentido de humor refinado, a surpresa que a brincadeira com os sons das palavras permite, uma entrega total àquele momento.
O Paulo Condessa, nosso  companheiro de andanças na promoção da leitura,
faz uma abordagem a este trabalho completamente honesta: ninguém sai vitorioso ou perdedor de um atelier ou de uma performance com ele.
Saímos todos seguramente mais ricos porque o Paulo nos oferece tudo, a mestria e a fragilidade, o som e o silêncio, a maturidade e a inocência.
Se puderem, não percam.

 

Andante (Cristina Paiva e Fernando Ladeira)


Ter a oportunidade de “trabalhar/aprender” com o Paulo Condessa, nas sessões que antecederam a “Poesia à Mesa” em S. João da Madeira,  foi das experiências “sensoriais” mais poéticas e relaxantes, que eu já conheci. A sua forma de nos fazer dizer a poesia, desconstruindo e reconstruindo, rindo ou quase chorando, é fantástica.  É um homem que faz ,da sua vida , um poema a ser vivido!

 

Susana Silva, Universidade Sénior SJM